Carlos Alcaraz faz reflexões sobre um novo 'Big 3' e perda do Ouro Olímpico

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da doce: Carlos Alcaraz, número três do mundo, fez reflexões, durante entrevistas ao El Nuevo Dia e ao canal de Youtube Molusco TV, em Porto Rico, onde disputa exibição neste final de semana contra Frances Tiafoe. O espanhol comentou sobre as novas estrelas do tênis e a derrota sobre Novak Djokovic, na final dos Jogos Olímpicos de 2024, em Paris.

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Para o Alcaraz, será quase impossível haver um novo Big 3 no tênis. O jovem afirmou que o nível atingido por Federer, Nadal e Djokovic são inigualáveis.

– É complicado. Eles (Federer, Nadal e Djokovic) estabeleceram o padrão para o tênis e o que pode ser feito em um nível astronômico. Há muitos jogadores capazes de ganhar Grand Slams, de vencer os melhores. Jogadores jovens, incluindo eu, que podem realmente estar lutando por grandes coisas. Mas chegando ao ponto daquela rivalidade entre Rafa, Federer e Djokovic, a verdade é que será praticamente impossível repetir. Teremos nossas batalhas; terei minhas batalhas com grandes jogadores, mas uma rivalidade como a deles será praticamente impossível – disse ele ao El Nuevo Día.


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Em entrevista ao canal do YouTube “MoluscoTV”, o número 3 do mundo lançou uma grande reflexão sobre a pressão e a gestão das emoções após a derrota na final olímpica para Novak Djokovic.

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– Foi um momento difícil porque no final o meu objetivo desde o início do ano era ganhar a medalha de ouro. E naquela semana senti a necessidade de fazê-lo. No final pode ser um pensamento errado ter a necessidade de fazer algo. Naquele momento não o consegui – iniciou o espanhol.

– Obviamente, depois de uma derrota, 10 ou 15 minutos depois de um gol que você não conseguiu marcar, é difícil colocar tudo em perspectiva. E naquele momento pensei que tinha decepcionado meu país e o povo espanhol por não conquistar aquela medalha de ouro que todos esperavam. E é por isso que a reação é deixar meus sentimentos irem embora. Falar para as câmeras, me expressar naquele momento e mostrar ao país e ao mundo como eu me sentia, acho que era necessário – finalizou Carlos Alcaraz.

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